Trisal está junto há 15 anos: ‘Construímos uma família e lutamos por dignidade’ Jucimara Almeida, de 41 anos, Renaullt Câmara, de 40 anos, e Vanessa Pereira, de 34, dividem nas redes sociais a rotina familiar de viagens, trabalho e lazer construída ao longo de 15 anos de trisal. Ao g1, Jucimara Almeida destacou que os anos de convivência trouxeram aprendizado, maturidade e sabedoria, consolidando uma família que hoje se apoia mutuamente na busca constante por dignidade e respeito.
O relacionamento já gerou dois filhos: uma menina de 8 anos, filha de Jucimara e Renaullt, e um menino de 6 anos, fruto da relação de Vanessa com Renaullt. Antes da formação do trisal, o primeiro casal (Jucimara e Renaullt) já dividia a vida havia há três anos. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 GO no WhatsApp "A gente luta por essa causa, por reconhecimento, empatia, respeito, dignidade e menos humilhação.
As pessoas dizem que a gente está pecando e falam tantas coisas para nos humilhar, mas com os haters da internet a gente já aprendeu a lidar." De acordo com Jucimara, ao longo de 15 anos de relacionamento, os três consolidaram uma convivência baseada no diálogo e no companheirismo, dividindo as responsabilidades domésticas e compartilhando abertamente com o público a realidade da vida a três. Atualmente, o trisal está em viagem para um evento de trisais.
Trisal está junto há 15 anos: ‘Fizemos bastante terapia para poder aceitar’ Arquivo pessoal/Jucimara Chaveiro LEIA TAMBÉM: Rainha de rodeio revela que vive em trisal com a irmã gêmea e agricultor Revezamento por noite e cada gêmea em um andar: como é a rotina de trisal formado por rainha de rodeio, irmã e agricultor Trisal denuncia ataques após ter união reconhecida pela Justiça: 'Não estamos tirando os direitos de ninguém' Terapia Apesar da rotina sólida e do dia a dia compartilhado nas redes sociais, o início da convivência a três exigiu um processo intenso de autoconhecimento.
Segundo Jucimara, para vencer as inseguranças e entender a dinâmica do relacionamento, a família recorreu ao acompanhamento psicológico. "No começo foi bem difícil, até para nós mesmos aceitarmos viver assim. Fizemos bastante terapia para poder aceitar, saber lidar com as nossas emoções, com os nossos sentimentos e entender por que decidimos viver dessa forma e por que não conseguíamos nos afastar", disse Jucimara.
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