Polícia tenta identificar 5º envolvido em agressões a Cláudio Rafael em Copacabana A Polícia Civil vai ouvir, na tarde desta quarta-feira (26), o depoimento de Aluisio da Silva Filho, apontado pelas investigações como chefe da equipe de segurança que agrediu Cláudio Rafael Landeiro, morto no dia 12 de agosto. Segundo as investigações, Aluisio tem 14 anotações criminais por crimes como ameaça, lesão corporal, porte ilegal de arma e até o roubo de um turista em Copacabana.
O depoimento será somado aos demais já colhidos pela 12ª DP (Copacabana) e deve ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte de Cláudio Rafael. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A TV Globo tentava contato com a defesa de Aluisio da Silva Filho até a última atualização desta reportagem. A polícia também tenta identificar um quinto agressor que aparece em imagens de câmeras de segurança dando chutes na cabeça da vítima.
Seguranças e entregadores agridem Rafael em frente a prédio de Copacabana. Reprodução/TV Globo/Fantástico Até o momento, quatro pessoas foram presas no caso: dois seguranças e dois entregadores. Todos respondem por homicídio triplamente qualificado.
Na terça-feira (25), os investigadores ouviram cinco pessoas, entre elas os proprietários de um bar, um restaurante e uma farmácia em Copacabana. Embora não sejam apontados como participantes diretos do assassinato, os comerciantes são investigados por possível contribuição para a atuação de um esquema de segurança privada clandestina no bairro.
Segundo a investigação, esses comerciantes contrataram de forma irregular os seguranças Davi Santos Machados e Jorge Luiz Ricardo Dias, presos por participação nas agressões.
