Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) é citado por 23% dos eleitores como segunda opção de voto para presidente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 15%. O levantamento perguntou aos entrevistados em quem votariam caso não votassem no candidato apontado como primeira opção.

Na comparação com a pesquisa anterior do Datafolha, divulgada em 24 de setembro, Flávio Bolsonaro era a segunda opção para 17% dos entrevistados, enquanto Lula tinha o mesmo percentual de agora (15%). Datafolha perguntou em quem os entrevistados votariam caso não votassem no candidato apontado como primeira opção. Arte g1 Como segunda opção de voto, Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), são citados por 10% dos entrevistados.

Renan Santos (Missão) é a segunda opção de 6%. Depois vêm Romeu Zema (Novo), com 5%; Samara (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO), com 4% cada; e Clariana Barão (DC), com 2%. Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) são citados por 1% cada.

Hertz Dias (PSTU) foi mencionado, mas não atingiu 1%. Além disso, 9% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum candidato, enquanto outros 9% estão indecisos. O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 28 e 30 de setembro.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR- BR-08039/2026. Certeza do voto Na reta final da campanha, os dois candidatos passaram a apelar para o voto útil.

Em seus discursos, Flávio Bolsonaro tem pedido um voto de confiança em quem é contra Lula, mas pensa em votar em outro candidato no primeiro turno. Já Lula declarou que as pessoas não precisam "fazer o L" para votar nele, e também pediu um voto de confiança. Os eleitores de Lula e Flavio Bolsonaro são os mais convictos sobre o voto.

Entre quem vota no petista 88% não mudaria; entre quem vota no senador, o percentual de certeza é de 87%. A taxa fica em 62% entre eleitores de Cury, em 55% no eleitorado de Caiado e em 61% entre quem opta por Renan Santos. A maioria dos eleitores (82%) que têm uma opção de voto no 1º turno, ou seja, exceto indecisos, dizem ter certeza sobre essa escolha, e 17% ainda podem mudar de ideia até o dia da votação.

Na semana passada, o índice de convictos sobre o voto era de 80%. No grupo que pretende votar em branco ou nulo, 71% estão convictos sobre essa escolha. Na parcela de eleitores não alinhados nem ao petismo nem ao bolsonarismo, 37% ainda podem mudar o voto.

A indecisão também fica acima da média entre eleitores jovens de 16 a 24 anos (32%).