Ministros brasileiros se encontram com enviado de Trump nos EUA Os Estados Unidos vão exigir dos jornalistas que queiram vistos de para trabalhar no país que deixem suas redes sociais abertas a partir desta quinta-feira (1º). A decisão foi comunicada nesta quarta (30) no perfil do X da Embaixada dos EUA no Brasil. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo o comunicado, a medida visa facilitar a verificação da identidade dos solicitantes.
O objetivo é identificar pessoas que possam ser consideradas "inadmissíveis" nos EUA por representar uma ameaça à segurança nacional. A mudança vale para três tipos de vistos: visto I - para representantes da mídia estrangeira; visto TN (Trade NAFTA/USMCA) - para profissionais do Acordo EUA-México-Canadá que vão trabalhar temporariamente nos EUA; visto TD - para dependentes de pessoas com o visto TN.
"A concessão de um visto dos Estados Unidos continua sendo um privilégio concedido a critério do governo, e não um direito", justifica a nota. Além dos vistos, o Departamento de Estado informou que a análise de presença on-line já é aplicada a outras categorias de vistos de não imigrante. Segundo a pasta, a análise utiliza todas as fontes de informação disponíveis durante a avaliação dos pedidos de visto.
LEIA TAMBÉM Em encontro com CEOs de IA, Trump diz que empresas vão se 'autorregular'; veja FOTOS Jornalistas barrados por Trump voltam a ter acesso à Casa Branca Governo Trump rebate críticas de jornalistas e diz que acesso à Casa Branca é 'privilégio, não direito' Mudanças na emissão de vistos Visto americano e carimbos de entrada nos EUA em um passaporte brasileiro Carlos Severo/Fotos Públicas Em julho, o governo dos EUA também anunciou uma mudança específica para jornalistas estrangeiros.
Uma regra do Departamento de Segurança Interna previa limitar a permanência de profissionais com visto I a até 240 dias, ou 90 dias para jornalistas com passaporte da China continental. A medida substituiria o sistema que permitia a permanência durante todo o período da atividade profissional. A regra, prevista para entrar em vigor em 15 de setembro, foi bloqueada por um juiz federal no dia anterior.
A decisão mantém temporariamente o sistema anterior enquanto a disputa judicial continua.
