Candidata Well Macêdo faz panfletagem em frente ao Hospital Ophir Loyola, em Belém A candidata do PSTU ao Governo do Pará, Well Macêdo, disse nesta terça-feira (15) que, se eleita, pretende encerrar os contratos com as organizações sociais (OSs) que prestam serviços terceirizados na saúde e reestatizar o que foi privatizado.
"Nós somos a favor do fim das OS's e da privatização das Ocips, da gestão terceirizada nós queremos fazer uma administração pública a partir dos conselhos de saúde descentralizar a saúde porque nós somos 144 municípios do estado com realidades diversas", afirmou. ✅ Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Well cumpriu agenda de campanha com uma panfletagem em frente ao Hospital Ophir Loyola, no bairro de Nazaré, em Belém.
Durante a ação, a candidata distribuiu panfletos e conversou com usuários do sistema de saúde sobre suas propostas para o setor. Entre as prioridades apresentadas pela candidata estão o aumento da oferta de medicamentos para pacientes oncológicos e a redução das filas de espera por leitos na rede pública. "Queremos comprar mais medicamentos.
A primeira coisa paciente ecológico não pode esperar. Então, a gente quer comprar mais medicamentos, quer resolver esse imbróglio da licitação, essa coisa do atravessador no meio que acaba atrasando justamente essa compra", explicou. A candidata do PSTU também prometeu realizar novos concursos públicos para profissionais da saúde, defendendo a valorização dos trabalhadores e uma gestão democrática por meio de conselhos.
"A gente precisa fortalecer os trabalhadores da saúde a partir de concursos públicos entender como é que cada profissional funciona conversar com os conselhos a gente também defende uma gestão democrática então a gente precisa ver essa questão da terceirização", declarou.
Well Macêdo propõe ainda ampliar a rede hospitalar em todo o estado, destinar mais recursos aos hospitais regionais e expandir o atendimento de saúde para os povos indígenas que vivem em aldeias isoladas, garantindo o transporte de médicos e insumos por vias fluviais e aéreas. "Melhorando a infraestrutura para que os médicos possam ter acesso a essas aldeias. Ampliando a questão das hidrovias, das estradas.
Aonde não passa carro, tem que chegar um atendimento via fluvial para que essas populações sejam atendidas, ampliando o número de profissionais", detalhou. Leia mais notícias do estado no g1 Pará
