Rio Água Fria, em Pedra Branca do Amapari Maksuel Martins/Gea As buscas por um idoso de 63 anos que desapareceu após entrar em uma área de mata para caçar em Pedra Branca do Amapari, no interior do Amapá, chegaram ao oitavo dia. Segundo moradores, ele saiu de casa acompanhado por cães na manhã de quinta-feira (1º) e deveria retornar no dia seguinte, mas não foi mais visto. Após o desaparecimento, familiares registraram um boletim de ocorrência.
As buscas começaram ainda na sexta-feira (2) e contam com o apoio do Corpo de Bombeiros, que foi mobilizado para ajudar na localização do idoso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Nas buscas, os bombeiros utilizam drones para mapear a região e tentar identificar pistas sobre o paradeiro do homem. Equipes também percorrem trilhas na floresta com o apoio de cães farejadores.
Uma equipe do Exército Brasileiro também passou a atuar na operação. As equipes foram divididas em diferentes áreas da mata para ampliar o alcance das buscas e aumentar as chances de encontrar pistas. As áreas percorridas são definidas a partir de informações fornecidas por moradores e das características do terreno.
Na quinta-feira (8), houve a substituição da equipe de bombeiros que atuava na operação. De acordo com os Bombeiros, a principal hipótese é que o desaparecimento tenha acontecido em uma área de floresta próxima à comunidade de Água Fria, a cerca de 700 metros do ponto onde o idoso teria entrado na mata. Ainda segundo a corporação, além das dificuldades impostas pela vegetação densa, as equipes enfrentam informações desencontradas sobre o possível trajeto percorrido pelo idoso.
Agora no g1 LEIA MAIS: Dupla é presa por tráfico em Macapá; mulher escondia drogas em pote de tempero Suspeito de tentativa de homicídio morre após confronto com a PM em Santana, no Amapá A caça é uma prática comum em comunidades do interior do Estado. Em muitos casos, os moradores passam horas na floresta antes de retornar para casa. As buscas devem continuar nos próximos dias.
Segundo os órgãos de segurança, as operações seguem protocolos que preveem de oito a dez dias de procura, podendo ser estendidas caso surjam novas pistas. Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá
