O que acontece se o diabético não tomar insulina? Veja os riscos Crédito: Divulgação Sem insulina, a glicose do sangue não consegue entrar nas células para virar energia. Nisso, ela se acumula na corrente sanguínea enquanto o corpo passa a queimar gordura como fonte alternativa.
Esse processo libera as cetonas, que são substâncias que deixam o sangue mais ácido. E sem o devido tratamento, esses casos podem evoluir para uma emergência médica, chamada de cetoacidose diabética. No diabetes tipo 1, esse quadro pode evoluir rapidamente.
Às vezes dentro de 24 horas depois da última dose de insulina, porque o corpo não produz o hormônio sozinho. Já no diabetes tipo 2, a evolução costuma ser mais lenta, mas a falta de controle glicêmico também abre caminho para complicações sérias com o tempo. Por isso, acompanhar a glicose com frequência é importante para diabéticos.
O monitoramento constante ajuda a identificar o desequilíbrio antes que ele avance. A Drogal dispõe de sensores de monitoramento contínuo, como o Accu-Check SmartGuide, que mostram a variação da glicose ao longo do dia, sem precisar furar o dedo a cada medição. Esse processo ajuda a perceber uma alta antes que ela vire um problema maior.
Por que o corpo depende tanto da insulina A insulina funciona como a chave que abre a porta das células para a glicose entrar e virar energia. Sem ela, ou com ela em quantidade insuficiente, a glicose fica “presa” no sangue e as células ficam sem esse combustível, mesmo com açúcar sobrando na corrente sanguínea. É esse descompasso que desencadeia uma série de sintomas, muitos deles considerados graves.
O que acontece nas primeiras horas sem insulina Os primeiros sinais de glicose alta aparecem aos poucos: sede intensa, vontade de urinar com frequência, visão embaçada e cansaço fora do comum. Se a falta de insulina continuar, o corpo intensifica a quebra de gordura para conseguir energia. É nesse ponto que as cetonas começam a se acumular no sangue.
Qual a relação entre o diabetes tipo 2 e a falta de controle da glicose No diabetes tipo 2, a ausência ou irregularidade no uso da insulina (quando indicada) e de outros medicamentos costuma levar a um quadro mais arrastado de hiperglicemia. Os sintomas podem evoluir ao longo de dias ou semanas: micção frequente, sede aumentada, visão embaçada e fraqueza persistente.
Manter a glicose alta por muito tempo, mesmo sem chegar à cetoacidose, danifica os vasos sanguíneos aos poucos e abre caminho para complicações nos olhos, nos rins, nos nervos e no coração. Ter sempre por perto o suporte certo ajuda a manter esse controle em dia. No Espaço do Diabético, da Drogal, você encontra itens de monitoramento, como tiras reagentes e outros produtos para quem convive com a diabetes.
Como o monitoramento constante ajuda a evitar esse quadro Medir a glicose com regularidade é a forma mais fácil e direta da pessoa conseguir perceber uma alta antes que ela avance. Caso o diabético esteja com outros quadros, como estresse ou mudança na rotina de aplicação da insulina, o monitoramento pode ajudar a identificar esses picos ou baixas do hormônio no sangue. A Drogal tem uma linha completa de monitores de glicose.
Você pode escolher o modelo que melhor se encaixa na sua rotina de acompanhamento. Por que a cetoacidose diabética é complexa e necessita atendimento emergencial Quando as cetonas se acumulam demais, o quadro evolui para cetoacidose diabética, uma emergência que precisa de atendimento hospitalar imediato com insulina e hidratação por via intravenosa. Os sinais de alerta incluem náusea, vômito, dor abdominal, respiração rápida e profunda, hálito com cheiro de fruta ou acetona, sonolência excessiva e confusão mental.
Sem tratamento, esse quadro pode levar ao coma e, em casos extremos, à morte. Se você ou alguém próximo apresentar esses sintomas, meça a glicose, teste as cetonas na urina se tiver o material em casa e procure atendimento médico de emergência na hora, sem esperar os sintomas piorarem. Entenda por que o controle de glicemia é importante para diabéticos Eliane Messias Rodrigues, farmacêutica responsável Drogal.
CRF/SP 43.895
