Como funciona arma antidrone usada durante posse de Lula Um drone não identificado foi abatido pela polícia judicial do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (15), durante julgamento histórico da corte, que analisa abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a assessoria do Supremo, o objeto foi "mitigado nos arredores do prédio do STF".
Um equipamento tecnológico foi usado nesta terça pela equipe de segurança da corte para neutralizar drones, no entanto, a assessoria do STF não respondeu se ele foi usado para este caso especificamente. Imagens feitas pela TV Globo mostram o dispositivo antidrone sendo usado para interceptar um equipamento que sobrevoava o STF no início da tarde.
Veja: Vídeo mostra drone que voava sobre o STF sendo interceptado pela segurança do tribunal O g1 tenta confirmar se esse drone interceptado que aparece nas imagens tinha, ou não, autorização para voo no local. Com um aspecto "futurístico", o dispositivo antidrone tem antenas direcionais integradas, além de um painel de controle com áudio e sensor óptico. Um dos modelos mais famosos é o "DroneGun Tactical", desenvolvido com um design de rifle e precisa ser operado com as duas mãos (veja vídeo acima).
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. A tecnologia é capaz de identificar drones por meio de frequência e ondas de rádio. Quando um drone suspeito é localizado, o dispositivo passa a emitir um sinal que interrompe o contato do drone com o controle original.
Com isso, o agente de segurança assume o comando do drone suspeito, podendo desviá-lo e pousá-lo em um local seguro para inspeção. Segurança reforçada Seguranças armados com armas anti-drones no STF. REUTERS/Adriano Machado O acesso à Praça dos Três Poderes, na área central de Brasília, foi fechado ao público nesta terça-feira em razão da sessão de julgamentos do STF.
Os ministros passaram parte da manhã e toda a tarde reunidos para analisar o relatório da Polícia Federal que reuniu 52 mensagens trocadas entre o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, houve reforço no policiamento no perímetro da Praça dos Três Poderes e no Anexo do STF.
O Supremo Tribunal Federal também adotou medidas adicionais de segurança no acesso ao prédio – válidas inclusive para advogados, imprensa, assessores e funcionários.
As ações incluem: detectores de metal e equipamentos de raio X no acesso ao prédio principal e ao anexo; proibição de acesso ao plenário por pessoas não autorizadas pelo cerimonial; proibição de uso de celulares no plenário durante a sessão – os aparelhos serão lacrados em sacos plásticos, como se faz em concursos públicos; proibição de alimentos e bebidas no plenário; proibição de manifestações dos espectadores durante a sessão.
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