Bandeira tarifária amarela está em vigor desde maio de 2026. Reprodução A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária amarela em todo o país durante o mês de setembro. Esta é a quinta vez consecutiva que a cobrança extra é aplicada, em vigor desde maio de 2026.

A bandeira amarela representa um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos na conta de luz. Segundo a Aneel, a cobrança é acionada quando as condições de geração de energia são menos favoráveis, exigindo maior uso de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado. No Amazonas, a cobrança vale apenas para os municípios conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN): Manaus, Presidente Figueiredo, Iranduba, Manacapuru, Parintins e Itacoatiara.

📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Os outros 56 municípios do estado operam em sistemas isolados, independentes do Sistema Interligado Nacional, e estão sujeitos a regras específicas de fornecimento e cobrança de energia. Agora no g1 Como funciona o sistema de cores 💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.

Saiba quanto custa cada bandeira Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor: 🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra; 🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh); 🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh); 🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh).